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Maternidade vegana com a Sarah Lavagnoli 💛 Casa da Mãe Vegana


A natureza humana é compassiva e as crianças são prova disso. Quando deixamos que uma criança seja ela própria, muito dificilmente quererá maltratar e, muito menos, matar um animal. Quando lhes perguntamos se os animais sejam cães, porcos, peixes são amigos ou comida, é certo que vão responder que são amigos. E, no entanto, acusamos as mães e os pais de forçar um estilo de vida nos seus filhos quando a alimentação é coerente com aquilo que as crianças acreditam e defendem.
A Luna é filha da Sarah e mostrou desde cedo, por vontade própria, que não quer fazer mal aos animais e que, por isso, não os quer comer. Ambas são incríveis e inspiradoras, pelo que era inevitável pedir à Sarah para que partilhasse o seu testemunho e as suas experiências, de modo a desmantelar um pouco mais a ideia tendenciosa de que as crianças não podem ter uma alimentação sem crueldade.

Maternidade vegana com a Claiti Cortes 💚 Imagina Vegan



É com muita alegria que vos trago a Claiti Cortes, a primeira mãe do Brasil que participa nesta rubrica. Na sua conta de Instagram, o Imagina Vegan, ela publica refeições saborosas, nutritivas e baratas para toda a família, inclusive para a sua pequena Antonela, que fez dois anos há pouco tempo. Através dessas partilhas pretende mostrar como o veganismo pode ser acessível para todos, bem como a importância de o popularizar para que não seja visto como um mero nicho de consumo. Para quem pensa que uma alimentação totalmente vegetal é dispendiosa, exige demasiado tempo e não é saudável para bebés e crianças, esta entrevista vai com certeza desconstruir essa ideia e esclarecer algumas dúvidas. Fiquem por aqui e leiam as palavras da Claiti ♥

Maternidade vegana com a Marta Neves 💙 “Sempre achei que não fazia sentido gostar de animais e matá-los para os comer”


A Marta é uma leitora do blogue que, com todo o carinho, aceitou participar nesta rubrica e, assim, contribuir para a desconstrução do pré-conceito socialmente estabelecido em relação ao veganismo na maternidade. Nesta entrevista, ela partilha connosco a sua experiência em amamentar prolongadamente e como é criar uma criança pequena num ambiente fortemente tauromáquico.

Vegetarianismo, gravidez e amamentação | De Verde em Poupa


Maria. Mulher, enfermeira e mãe. Substantivos que conseguem encontrar a serenidade necessária para tornar o caos em estrelas. A dor em amor, as pedras lançadas em castelos.
Para além de mulher, enfermeira e mãe, a Maria ainda tem um tempinho para divulgar uma visão mais compassiva do mundo através da alimentação. No seu blogue, De Verde Em Poupa, escreve sobre as maravilhas dos alimentos vegetais e como estes são a chave para uma vida mais feliz e saudável. Por tudo isso, não podia deixar de a convidar a partilhar as suas considerações sobre o vegetarianismo na gravidez e amamentação, desconstruindo certos mitos pelo meio. Quem melhor para o fazer do que alguém com experiência própria?

Maternidade vegana com a Maria de Oliveira Dias 💜 The Love Food


Quando parei de comer animais, o blogue da Maria de Oliveira Dias foi o primeiro que descobri e que muito me ajudou. O seu trabalho, que alia a alimentação natural e saudável ao que mais adoramos comer, é uma inspiração e, por isso, não podia deixá-la de fora desta rubrica. Apaixonada pelos animais desde pequena, desafiou os hábitos convencionais ainda na infância: agora, transmite os valores da justiça e da compaixão ao seu filho. Venham conhecê-la um pouco melhor 

Maternidade vegana com a Susana Oliveira 🧡 A Espuma dos Dias


Quando vi o blogue da Susana percebi logo que tinha de a incluir nesta rubrica de maternidade vegana. N'A Espuma dos Dias, ela aborda o veganismo de uma forma muito simples, directa e divertida: nele podem encontrar os planos semanais das refeições familiares, como é ter um bebé vegano e receitas sem crueldade.
Fã de Jane Austen, é mãe do Simão e adepta da alimentação variada. Deixou de comer animais na adolescência e já era vegana quando o Simão nasceu. Juntamente com o marido forma uma família compassiva e saudável, mostrando como os preconceitos à volta da alimentação vegetariana são totalmente infundados.

Maternidade vegana com a Sónia Dias 💙 A Minha Mãe Vegana



Desde a primeira entrevista que apaixonei-me por esta rubrica e cada vez mais adoro fazê-la. É fantástico conhecer mães tão inspiradoras e que decidiram ser um livro aberto para mostrar como é deliciosamente libertador viver bem sem matar ninguém. Só o facto de estarem a educar um pequeno ser humano mais empático e compassivo já é uma forma de salvar milhares de animais. Porque a bondade, quando plantada, nem o vento mais forte da indiferença consegue arrancá-la do solo. E quando cresce dá frutos, que por sua vez plantarão novas sementes. E assim continua este maravilhoso ciclo de amor e de justiça.
Hoje apresento-vos a Sónia Dias, mãe do rechonchudo Lucas e autora d'A Minha Mãe Vegana. Abraçou o veganismo há quatro anos e o marido seguiu o exemplo no Outono do ano passado. No seu Instagram partilha sobre a sua rotina, as suas paixões e, claro, sobre maternidade sustentável e sem exploração animal. Se ainda não a conhecem, venham daí  

Maternidade vegana com a Joana Silva 💛 Just Natural Please


Com o crescimento do veganismo, cada vez há mais pais que transmitem aos seus filhos os valores deste princípio de não-violência. No entanto, é algo que continua a não ser bem aceite, principalmente pela alimentação estar fortemente envolvida. Os costumes especistas, com os quais ensinamos as crianças a ver a exploração animal como necessária e inofensiva, também colocam barreiras.
Precisamente por isso, é importante romper essas barreiras e mostrar o que está para além do estereótipo pejorativo do veganismo  e não há melhor forma de o fazer através das experiências pessoais de famílias veganas.
A Joana Silva é a autora do Just Natural Please, um blogue no qual partilha as suas paixões incluindo o veganismo, a alimentação saudável e, actualmente, a parentalidade. É a mãe babada do risonho João Diogo e um sólido testemunho de que é possível, acessível e saudável criar crianças mais compassivas.

Maternidade vegana com a Filipa Range 💚 Cozinha Verde


A maravilhosa Filipa Range é a criadora d'A Cozinha Verde e, assim como outras mães veganas, irradia saúde e mostra como é perfeitamente compatível ter uma alimentação sem quaisquer produtos de origem animal durante a gravidez e amamentação. Os bebés e as crianças também estão incluídos, com estudos médicos que indicam que a nutrição à base de plantas consegue ser mais benéfica para eles quando bem planeada. A chave está em distribuir bem os nutrientes a partir de refeições variadas, aspecto que a Filipa respeita e que partilha aqui connosco, bem como outras experiências e a sua visão enquanto vegana e mãe de um alegre e saudável rebento.

5 dicas para explicar o veganismo para as crianças


Sê sincera/o

Com isto não se está a dizer para levar a criança a assistir Earthlings e suportar quinze anos de contas de terapia. Diz-lhe que algumas pessoas não vêem os animais da mesma forma que nós, que há muito tempo as pessoas comiam animais como os leões comem as zebras mas que, actualmente, temos supermercados e, por isso, não precisamos de fazer-lhes mal. Em vez disso, somos amigos dos animais e preferimos comer os nossos vegetais preferidos. Explica o que é um ovo ou brinca com isso, de como é nojento comer algo que sai do rabo de uma galinha. Ajuda a criança a fazer essa ligação com o ovo, para que perceba que produtos vindos de animais também não são comida.

Leite de vaca, alimentação infantil e informação tendenciosa


Por coincidência, ou talvez não, o aumento do veganismo tem gerado inúmeros “estudos” que procuram problematizá-lo, criando desvantagens, obstáculos e doenças que não existem. Um desses estudos, que foi publicado recentemente pela Revista Superinteressante, anuncia que as crianças que consomem leites vegetais são mais baixas em comparação com as que consomem leite de vaca. De acordo com o mesmo, após analisarem 5034 meninos e meninas de 2 a 6 anos de idade, os especialistas notaram que a diferença de altura de uma criança de 3 anos que tomava três copos de bebida vegetal para outra da mesma idade que bebia três copos de leite de vaca era de 1,5 centímetros.
O artigo continua com a questão do cálcio para um correcto desenvolvimento infantil, comparando o leite de vaca com arroz e nozes e rematando que o primeiro tem mais cálcio dos que os últimos. Esqueceram-se foi de referir que existem mais alimentos ricos em cálcio e que o leite está cheio de pus e hormonas, mas a Julia Harger do Vegana é a sua mãe esmiuçou o artigo até à última centelha e tratou de desmascará-lo como só ela consegue fazer. Obrigada Julia, por dares um chapadão de luva branca ao sensacionalismo bacoco patrocinado pelos interesses da indústria dos lacticínios. Vale realçar que a Julia tem uma filha lindíssima, a Domi, que transpira vitalidade e não consome quaisquer alimentos de origem animal, revelando que é possível criar crianças felizes e saudáveis sem explorar e matar seres sencientes.

Livros que ensinam os direitos dos animais para as crianças

Outrora desconsiderados e desvalorizados, os animais e os seus direitos passaram a ser um dos assuntos mais ensinados e transmitidos para as crianças, o que revela o crescimento da consciência vegana dentro do universo infantil. Ruby Roth é considerada a pioneira dos livros sobre veganismo para os petizes, sendo que ela não está mais sozinha nesta luta pacífica: por cá também já se afirma a importância deste empoderamento moral com obras inseridas no mesmo contexto.

Aos especistas ferrenhos, que acusam a protecção dos animais como uma modinha chata, preparem-se: a próxima geração vai ser mais batalhadora, mais dedicada e mais chata ainda!



Autoria: Bárbara Magalhães
Ilustração: Tânia Bailão Lopes

“Comendo Bem”: Guia de alimentação vegetariana para bebés e crianças


A Julia Harger, do blogue Vegana é a sua mãe, pediu autorização ao First Steps Nutrition Trust para traduzir, para o português do Brasil, um guia bastante prático sobre a alimentação exclusivamente vegetal para bebés e crianças até aos cinco anos.

Assim como a Julia frisou a diferença cultural entre o Brasil e o Reino Unido (país no qual o livro supracitado foi criado), em Portugal essas diferenças também encontram-se visíveis: no guia, por exemplo, muitas receitas incluem frutas enlatadas e nós temos o hábito de comprá-las no seu estado natural. Para além disso, é importante não substituir a ajuda profissional por este guia. Consulte um médico sempre que considerar pertinente (embora muitos continuem desinformados e considerem a alimentação vegana para crianças um caso de polícia, mas deixemos isso para lá).


 Transferir o guia aqui