Mostrar mensagens com a etiqueta repelentes sem crueldade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta repelentes sem crueldade. Mostrar todas as mensagens
Quem me acompanha há algum tempo sabe que defendo todas as formas de vida sencientes: seja um cão, um porco, um peixe ou um caracol, procuro transmitir sempre uma mensagem de não-violência, bem como estratégias para que essa violência seja evitada. Todavia, já notei que esta abordagem ética costuma ser bastante criticada, especialmente quando o assunto comporta pequenos animais que são considerados pragas.
Uma vez foi-me dito que estou a perder o meu tempo, a não ser que aceite que um mosquito portador de dengue me pique – porque, se o matasse, estaria automaticamente a ser hipócrita.
É preciso ser realista com duas coisas:
Não é por não se ter conseguido impedir a morte de um bicho que se vai atirar a toalha ao chão e matar 500 para parecer "coerente";
Essa perfeição exigida simplesmente não existe: é surreal exigir que um ser imperfeito (vulgo, humano) seja 100% virtuoso em tudo aquilo que faz.
O veganismo não é perfeito, assim como todas as filosofias, éticas e caminhos que escolhemos para a nossa vida: isso não o torna contraditório, utópico ou inaplicável – e evitar maximamente a morte de animais é exequível.
Uma vez foi-me dito que estou a perder o meu tempo, a não ser que aceite que um mosquito portador de dengue me pique – porque, se o matasse, estaria automaticamente a ser hipócrita.
É preciso ser realista com duas coisas:
Não é por não se ter conseguido impedir a morte de um bicho que se vai atirar a toalha ao chão e matar 500 para parecer "coerente";
Essa perfeição exigida simplesmente não existe: é surreal exigir que um ser imperfeito (vulgo, humano) seja 100% virtuoso em tudo aquilo que faz.
O veganismo não é perfeito, assim como todas as filosofias, éticas e caminhos que escolhemos para a nossa vida: isso não o torna contraditório, utópico ou inaplicável – e evitar maximamente a morte de animais é exequível.
Nesta publicação vou deixar algumas dicas para que as baratas sigam a sua vida sem entrarem nas nossas casas; pelo menos comigo foi eficiente (menos gritar – isso não deu lá muito resultado).
Imagem | Fonte
• As baratas adoram ambientes húmidos, quentes e escuros, pelo que é importante secar muito bem os pavimentos, efectuar limpezas com lixívia e rematar com um detergente bastante fresco. O truque é deixar as divisões da casa (principalmente a cozinha e a casa-de-banho) sequinhas e cheirosinhas;
• Deixar as janelas abertas para arejar o espaço também é uma mais valia;
• Fechar muito bem os frascos, caixas, entre outros recipientes que contenham alimentos: isso ajudará a não atrair baratas nem outros animais;
• Coloquem folhas de louro em recipientes perto da canalização. O louro espanta as baratas, bem como a lavanda, o eucalipto e o alecrim. Experimentem utilizar uma dessas essências e coloquem algodão com algumas gotas nas zonas mais recônditas da casa (próximo dos canos, nos armários, entre outros). Troquem ocasionalmente o algodão;
• Procurem por pequenas brechas, especialmente perto da canalização. Selem qualquer fenda ou buraco que encontrarem e usem uma tela protectora nos ralos para evitar entupimentos, já que estes formam o ambiente quente e húmido que as baratas apreciam;
• Não negligenciem a manutenção dos canos, mantenham o caixote do lixo bem fechado e não deixem restos de comida pela casa.
• Não negligenciem a manutenção dos canos, mantenham o caixote do lixo bem fechado e não deixem restos de comida pela casa.
Ver também:
publicado em
Lembro-me de, em pequena, ficar embasbacada com a fila interminável de pequenas formigas negras: achava-as extremamente organizadas, bastante educadas (pensava que cumprimentavam-se quando roçavam as antenas umas nas outras) e inquestionavelmente fortes (uma vez deixei cair um pedacinho de melão no chão e elas conseguiram carregá-lo em três tempos).
A beleza de ver estes cativantes animais contrastava com o que os adultos faziam quando chegava o Verão: pulverizavam um pó branco, violento, em cima delas quando ficavam próximas das portas ou quando já entravam dentro das casas. Era perfeitamente visível que os pequenos insectos agonizavam, ao mesmo tempo que o seu espírito guerreiro tentava desenvencilhar-se daquela espuma tóxica. Era uma coisa terrível de se ver e, o mais irónico, a culpa principal era precisamente de quem as matava: tinham roseiras, orquídeas, passifloras e outras plantas que, naturalmente, atraíam formigas. Como criança, achava aquilo tudo sem sentido e cruel. Como adulta, continuo a achar a mesma coisa.
publicado em
publicado em
Centro de uma das fobias mais comuns, as aranhas são presenças desagradáveis para muitos de nós quando entram nas nossas casas. Apesar de serem uma ajuda natural para eliminar outros animais que, igualmente, aventuram-se nos nossos lares, a maioria das pessoas escolhe matá-las utilizando químicos, esmagando-as ou aspirando-as. Todavia, existem alternativas que não põem em causa a vida destes animais nem da nossa saúde e a dos animais de estimação, por ser uma forma natural e livre de componentes químicos.
publicado em
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Social Icons