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Queres motivos para deixar de comer animais? Estes documentários são para ti


Usamos infinitas desculpas para continuar a justificar, eufemizar e perpetuar a exploração, tortura e morte de biliões de animais explorados para consumo mas, no fundo, sabemos como eles sofrem e partilham capacidades emocionais similares às nossas. Aliando esse facto incontornável aos benefícios de uma alimentação vegetariana, tanto para a saúde como para o planeta, as razões para deixar os animais fora do prato são mais fortes do que continuar a comê-los e estes 10 documentários comprovam-no.

Governo sul-coreano fecha maior matadouro de cães do país

Kelly O'Meara e Mia, uma golden retriever que foi resgatada de um matadouro sul-coreano. O'Meara é directora sénior do departamento dos Animais de Companhia do HSI, uma das organizações que mais luta pelo fim do comércio de carne de cão. Fotografia: Jean Chung/HSI

O maior matadouro de cães da Coreia do Sul foi encerrado pela prefeitura de Seongnam, que planeia transformar o espaço, onde centenas de milhares de cães foram mortos, num parque comunitário.

Emily, a vaca que fugiu do matadouro e tornou-se num símbolo de luta pelos animais


Em Novembro de 1995, Emily, a vaca, estava numa fila de bovinos de um matadouro da Nova Inglaterra, enquanto esperava a sua vez para atravessar a porta vaivém da plataforma de abate. Talvez fosse do cheiro do sangue, ou do facto de não ter visto regressar os que tinham entrado antes dela, mas Emily saiu da fila, correu na direcção da cerca de 1,5 metros de altura que encurralava a área e fez passar o seu corpo de quase 700 quilos por cima dela. Fugiu pelos bosques e conseguiu escapar aos incrédulos trabalhadores que correram atrás dela.

Documentário brasileiro denuncia a crueldade da exportação de animais vivos


Exportando Vidas é o título do documentário da Nação Vegana Brasil, um movimento que luta pelo fim da exportação de animais vivos no país. O documentário tem a duração de 15 minutos e conta com a participação de especialistas de diferentes áreas e que defendem o fim desta prática atroz.

1 Milhão de pessoas pediram ao Presidente sul-coreano para banir o comércio de carne de cão


O Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-In, foi instado a acabar com o comércio de carne de cão no seu país. Os activistas de protecção animal de Seoul deslocaram-se até à residência presidencial e entregaram pessoalmente uma petição assinada por mais de um milhão de pessoas de todo o mundo.

«Mas o frango do campo não sofre como o frango industrializado»


Tudo parece ser tão libertador no campo: o som do vento a dançar por entre as árvores; o balir das tímidas ovelhas; nenhum arranha-céus a esconder as nuvens esvoaçantes no manto celestial; poder ver perfeitamente as estrelas à janela; o cheiro da floresta; o cantar da cigarra; o toque das amoras selvagens colhidas à tardinha. É impossível existir algo de errado neste ambiente pacato e tão harmonizado com a vida.

A vida.

«Mas nem peixe?»


O silêncio também grita nós é que não o ouvimos

Temos um pensamento bastante cartesiano quando procuramos justificar a captura, morte e consumo dos peixes: geralmente, comentamos que estes não sentem nada e que os seus movimentos são puramente mecânicos. E que, se sentissem realmente alguma coisa
gritariam.

O som (ou, neste caso, a sua ausência) transforma-se numa arma argumentativa para nos distanciarmos ainda mais desses animais: a morte de cerca de dois triliões de peixes, por ano, passa a ser um dado insignificativo e, no máximo, um mal necessário.
Tornar o som como indicador de que alguém sente dor é redutor: nós não afirmamos que uma pessoa não é capaz de experimentar dor só porque não fala: nem nos passaria sequer pela cabeça considerar uma coisa destas.
Porque, então, aproveitamo-nos disto para desculpar a exploração que cometemos com os peixes?

Quanto custa realmente o bife que tens no prato? Este documentário responde

"Estudos mostram que a mudança climática e a falta de água estão directamente relacionadas com a quantidade de carne que consumimos. Não vamos ser bem sucedidos até que paremos com a agricultura animal."

2017 promete ser um ano cheio de filmes e documentários relacionados com o veganismo. Depois da BBC anunciar Carnage, já disponível no Youtube, mais um filme está prestes a sair do forno. Eating Our Way to Extinction descortina os problemas da exploração de animais para consumo e o impacto que a mesma tem em vários níveis. Questões morais, ambientais, sociais, financeiras e de saúde não foram esquecidas e as suas ligações são reveladas no documentário transacto, onde são somadas para totalizar o verdadeiro custo de comermos animais.

10 documentários para despertar a consciência

Compaixão  A virtude de compartilhar o sofrimento do outro. Olhar para o outro.
Empatia  Considerar a possibilidade de uma perspectiva diferente da sua. Olhar com os olhos do outro.

Cada vez mais organizações, associações e particulares mostram o quanto é essencial encaixarmos a compaixão e a empatia no âmago das nossas responsabilidades e deveres como seres humanos. Há uns anos atrás isso não se sentia tanto, mas o grito silenciado do planeta levou a um despertar ético que, ainda assim, continua a não ser aceite por muitos de nós. É urgente compreendermos que o mundo não é uma pirâmide antropocêntrica e que existe mais vida para além da nossa e que essa vida quer continuar a respirar, a existir.
E que não quer sofrer.

Fazer mal aos outros, só porque são animais não-humanos e os consideramos inferiores, comporta outras consequências que encontram-se firmemente interligadas mas que insistimos em desmenti-las: a desflorestação, o aquecimento global, a fome mundial e os problemas de saúde são algumas delas.

Abaixo seguem alguns documentários que vão, com certeza, mostrar como precisamos de mudar os nossos hábitos quotidianos. Aproveitem as férias e juntem a família e/ou os amigos para vê-los.


O desafio do veganismo: Costumes especistas e manipulação publicitária


Se houve algo que aprendi quando tornei-me vegetariana (e, posteriormente, vegana), foi que a única coisa difícil de suportar quando se dá um passo para esta dimensão é a desinformação, a indiferença e a insensibilidade. A família, os amigos, os colegas de escola/faculdade/trabalho e o vizinho do lado conseguem criar uma bolha que está sempre pronta para estoirar e iniciar uma guerra argumentativa.
Os ingredientes que formam essa bolha, que é aplicada como arma de arremesso contra a decisão de não financiar a morte e o sofrimento, nada mais são do que fruto de costumes bastante enraizados e fortificados pelas tradições sociais, que passam também pela persuasão publicitária que camufla muito bem a exploração dos animais com cenários irradiantes de perfeição e de harmonia:

Os órfãos esquecidos


Muitas pessoas acreditam que as vacas dão leite constantemente e que, por isso, precisam de ser ordenhadas. A ideia de que o leite que compramos no supermercado provém de animais criados ao ar livre e imensamente felizes, como os anúncios insistem em transmitir, também ajuda a esconder a realidade de uma indústria que explora, mutila, viola e mata milhões de vidas anualmente.

Esta realidade, que é bem mais negra do que o céu azul e os prados verdes que idealizamos, é constituída por várias etapas que, apesar de diferentes, têm algo em comum: o sofrimento perpetuado para que o ser humano possa continuar a consumir leite e derivados.

A indústria de ovos: O que é o “debeaking?”


No apanhado que escrevi sobre a indústria dos ovos referi resumidamente um processo que foi padronizado para aumentar a margem de lucro: o debeaking, nome dado ao corte dos bicos das aves. Tendo em conta que é um dos muitos horrores que poucos ainda conhecem desta indústria, desenvolverei nas seguintes linhas este processo hediondo.

Imaginem que vão ao dentista e este decide extrair um terço do vosso dente sem qualquer anestesia: nem vale a pena passar pela experiência para concluir o quanto seria doloroso.
Agora imaginem se o dentista realizasse o mesmo processo com metade dos vossos dentes, utilizando uma lâmina quente. Basicamente, é isto que é feito com as aves exploradas pela indústria dos ovos e também da indústria da carne.